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CAPES - Pibid - 2014

sexta-feira, 16 de maio de 2014

EDITAL Nº 061/2013/CAPES [E-mail enviado aos pibidianos]









 

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR
DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL – DEB



EDITAL Nº 061/2013/CAPES 

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID

DETALHAMENTO DO SUBPROJETO (Licenciatura em CIÊNCIAS NATURAIS)

1. Nome da Instituição
2. UF
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
MA
3. Subprojeto de Licenciatura em:
CIÊNCIAS NATURAIS
4. Número de bolsistas de iniciação à docência participantes do subprojeto:
5. Número de Supervisores participantes do subprojeto:
6. Número de Escolas
 30 (trinta)
03 (três)
03 (três)
7. Coordenador de Área do Subprojeto:
NOME:                                                    CPF
  1. Maria Raimunda Santos Garcia     CPF: xxxxxxxxxxx-34
Departamento/Curso/Unidade: Curso de Licenciatura em Ciências Naturais Campi Bacabal
Endereço residencial:
  1. Rua xxxxxxxxxxxxxxxxx- MA CEP: xxxxxx-170
Telefone:
  1. DDD (98) xxxx 6946/xxxx 1227
E-mail:
  1. xxxxxxxxxxxxxxxxxx
Link para o Currículo Lattes:
  1. http://lattes.cnpq.br/4155664616734772
8. Plano de Trabalho
Subprojeto de licenciatura em: Ciências Naturais - Estratégias metodológicas interdisciplinares para o ensino das Ciências da Natureza e Matemática

A interdisciplinaridade é uma discussão emergente no meio educacional: uma forma de se pensar, no interior da Educação, a superação da abordagem disciplinar tradicionalmente fragmentária. Desde a década de 70, a necessidade de desfragmentação do currículo escolar da educação básica está sendo considerada largamente na literatura especializada. Nos anos 80, programas de reformulação curricular, levados a efeito por vários Estados e Municípios brasileiros, tomaram como um dos princípios metodológicos fundamentais do ensino escolar a interdisciplinaridade (Fundação Carlos Chagas, 1996). Mais recentemente, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) acentuam tal aspecto (SIQUEIRA, 2001). Com os temas transversais, propostos pelos PCN’s, existe a possibilidade de uma articulação e uma aproximação dentro do que está previsto nos projetos pedagógicos dos cursos, no que se refere à disposição de uma formação ampla e abrangente de nossos alunos, que possa fornecer uma compreensão do curso a partir da articulação entre a formação (educação) superior e questões/problemáticas centrais imersas no cotidiano da Educação Básica. Segundo Jantsch e Bianchetti (1997), a interdisciplinaridade evidencia a autonomia das idéias ou do sujeito pensante sobre os objetos. As articulações possíveis com outras áreas de fronteira de conhecimentos e a produção de dispositivos que possam ser operacionalizados no âmbito docente, no sentido de fazer valer a articulação supracitada, no âmbito pedagógico (desenvolvimento do currículo) e no âmbito social (contextualização). Tal articulação se torna importante do ponto de vista da inserção de práticas pedagógicas interdisciplinares envolvendo outras áreas de conhecimentos no que se refere à educação escolar, por tratar-se de princípios que podem fornecer um acréscimo a mais na formação do futuro professor de Ciências Naturais, pela busca da interdisciplinaridade.
                    Espera-se que com um programa institucional de bolsas de iniciação à docência (PIBID) seja aplicada uma grande política para potencializar a formação inicial de professores em Ciências Naturais.
 A interdisciplinaridade tornou-se uma “idéia-força” que procura engajar professores numa prática conjunta. No entanto, relatos obtidos através de experiências para integrar as disciplinas escolares de forma intencional ainda são incipientes (MACHADO; MORTIMER, 2007), portanto, justifica a execução do presente subprojeto.

 Objetivo geral:

·    Estimular a criação de estratégias metodológicas interdisciplinares para o ensino das Ciências da natureza e matemática de modo que as fronteiras entre elas tornem-se invisíveis para que a complexidade do objeto de estudo se destaque.

Objetivos específicos:

·    Explicar, construir e a aplicar modelos didáticos como ferramentas alternativas para um ensino mais criativo das Ciências da natureza e matemática;

·    Troca e operacionalização de experiências inovadoras de caráter escolar, tendo em vista a redução de problemas relacionados ao processo de ensino e aprendizagem;

·    Incentivar os alunos do curso de Ciências Naturais da UFMA a exercer a docência após a graduação, possibilitando sua atuação no contexto da educação básica da rede pública (anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio) durante sua permanência no curso;

·    Incentivo e valorização do espaço escolar público por oportunizar práticas escolares interdisciplinares e articulá-las com a realidade local.

· Aprender a trabalhar em equipes interdisciplinares de maneira integrada e contributiva no ambiente escolar;

8.2.3 Metodologia

O subprojeto terá uma duração de dois anos, envolverá sete alunos bolsistas da área, os quais atuarão na escola conveniada. Os bolsistas serão selecionados a partir das habilidades apresentadas durante o curso e pelo interesse em exercer a docência, os quais vão ser orientados e acompanhados pelo professor supervisor da escola conveniada e pelo coordenador do subprojeto.
                    Os bolsistas terão que cumprir carga horária de 20 horas semanais. Eles terão visitas periódicas à escola conveniada para o desenvolvimento das atividades previamente programadas em dois momentos distintos: na sala de aula juntamente com o professor supervisor da turma com o objetivo de fazer com que o bolsista conheça o cotidiano do professor e em horários contrários às aulas. Além disso, os bolsistas também terão reuniões na Universidade com o supervisor e com o coordenador do subprojeto para acompanhamento, planejamento e avaliação das atividades.
                       A abordagem adotada será bastante diferente das aulas tradicionais, pois os bolsistas montarão oficinas na escola. A proposta é que cada tópico de estudo (conteúdos do currículo do Ensino Fundamental e Médio) seja trabalhado através de uma metodologia de ensino diferente: elaboração e confecção de kits experimentais com material de baixo custo e desenvolvimento e otimização de sistemas computacionais para aulas interativas. O material confeccionado ficará na escola para contribuir no ensino das ciências da natureza e matemática.
  Pretende-se que os bolsistas tenham uma visão realista do sistema de ensino público e tomem consciência de sua responsabilidade na melhoria das condições de ensino quando atuarem como professores, buscando metodologias inovadoras na construção e repasse do conhecimento.

8.2.3.1 Desenvolvimento do subprojeto

O subprojeto será desenvolvido da seguinte forma: 
  
1- Ao iniciar o projeto será criada uma comissão de seleção dos alunos bolsistas composta por professores da Universidade Federal do Maranhão/ Curso de Licenciatura em Ciências Naturais. A coordenação do subprojeto selecionará o supervisor;

2- Os bolsistas selecionados, professores colaboradores (biologia, química, física, matemática e informática) e o supervisor participarão de uma palestra ministrada pelo coordenador de área para que o aluno conheça os objetivos do PIBID e o subprojeto de Licenciatura em Ciências Naturais. O supervisor também ministrará uma palestra aos alunos bolsistas na escola selecionada com o objetivo de fazer com que o aluno conheça melhor a escola a ser trabalhada;

3- Os alunos serão distribuídos em diferentes turmas e turnos da escola conveniada. No primeiro momento e na escola, eles acompanharão a rotina do professor-supervisor e desenvolverão atividades de reconhecimento, observação, levantamento de dados, adaptação e planejamento;
4- Os alunos bolsistas irão coletar informações (diagnóstico) das principais dificuldades vivenciadas pelo professor e alunos nas aulas de Ciências da natureza e matemática. A confecção de um relatório das informações levantadas será a ferramenta inicial para a escolha das metodologias de ensino que poderão ser utilizadas em cada realidade;

5- Através do relatório levantado pelos bolsistas terão início os encontros quinzenais da coordenação com o supervisor e professores colaboradores (física, química, matemática e informática). Nesses encontros, as discussões promovidas pela equipe permitirão a definição de temas a serem estudados e trabalhados de acordo com os conteúdos do currículo de Ciências no ensino fundamental e de biologia, química, física e matemática do Ensino Médio que serão trabalhados. É o momento para planejamento de como serão executadas as oficinas;

6- A coordenação deverá acompanhar semanalmente tanto o planejamento dos alunos como a execução do subprojeto nas escolas;

7- Haverá um horário para planejamento do bolsista com o supervisor e um horário só para os bolsistas;

8- Para elaboração das oficinas os bolsistas deverão pesquisar sobre os temas escolhidos, estes que visam facilitar o tratamento interdisciplinar das Ciências da natureza e matemática considerando-os a partir do contexto social e da vivência cultural da comunidade escolar. Cada atividade deve ser vivenciada e discutida com o grupo participante, acerca dos conteúdos abordados em cada disciplina e registrados de acordo com cada proposta; 

9- Os bolsistas e o professor colaborador de informática deverão realizar uma oficina de produção de mídias junto ao Laboratório de Processamento de Dados onde serão realizadas a produção de protótipos de mídias educativas no campus vinculado seguido de uma adequação das atividades observadas durante o acompanhamento em sala de aula com as ferramentas estudadas na oficina de produção de mídias. Haverá uma busca por aplicativos tecnológicos disponíveis na Internet e que possuam licença de uso livre. As ferramentas tecnológicas devem seguir pré-requisitos básicos como poderem ser carregados em computadores de baixa capacidade até uso em dispositivos móveis para poderem ser utilizados por celulares de baixa capacidade de processamento; esses aplicativos deverão ser disponibilizados na página da UFMA com o intuito de difundir e distribuir essas tecnologias. Uma segunda característica desses softwares deve disponibilizar a capacidade de subsidiar o aprendizado das disciplinas e conteúdos das escolas de forma clara, simples e objetiva através de exemplos práticos fáceis de Biologia, Química, Física e Matemática. Quando da aplicação das atividades interdisciplinares mediadas por computador, o grupo de estudantes, acompanhado do professor de Informática, deverá elaborar um conteúdo virtual a ser disponibilizado na Internet para publicação de resultados que pode ser uma página ou um blog;

10. Todas as atividades práticas selecionadas serão desenvolvidas no espaço físico da escola conveniada (sala de aula, laboratório ou espaço externo livre), durante os dias e horários previamente estabelecidos com o professor supervisor e deverão ser planejadas prevendo as etapas: introdução (situar e estimular os alunos sobre o assunto que será tratado durante a atividade), desenvolvimento (atividades de montagem simples, onde os bolsistas irão ajudar os alunos no entendimento da atividade, realizando comparações entre o experimento e as atividades e objetos que fazem parte do cotidiano dos alunos para facilitar a compreensão) e discussão (antes do fechamento da atividade os alunos irão responder as perguntas relacionadas à atividade, dando oportunidade para as organizações recebidas);

11- Os bolsistas atuarão na escola conveniada em dois momentos distintos:- na sala de aula juntamente com o professor da disciplina, para que conheça o cotidiano do professor; - em momentos específicos, em horários contrários às aulas;

12- Os bolsistas deverão registrar todas as atividades desenvolvidas diariamente na escola através da elaboração de diários e planos de aula;

13- Ao término de cada bimestre letivo o supervisor entregará à coordenação um relatório das atividades desenvolvidas e resultados obtidos. Ao final de cada semestre de trabalho o subprojeto deverá ser avaliado por todos os envolvidos. Os bolsistas avaliarão o rendimento dos alunos na escola e também farão uma auto-avaliação, eles entregarão à coordenação um relatório parcial das atividades desenvolvidas e os resultados obtidos. O supervisor avaliará os resultados obtidos pelos alunos da escola e também o desenvolvimento dos bolsistas (assiduidade e cumprimento das metas). E, a coordenação avaliará todo o processo e confeccionará um relatório das atividades e resultados em geral;

14- Para fechamento de um ano do subprojeto, será realizada uma mostra dos resultados do subprojeto para a comunidade. Essa mostra terá a apresentação do subprojeto, contará com murais, apresentações de trabalhos, apresentação do material confeccionado, apresentação de resultados em forma de palestra e outros. Para encerramento dos dois anos do subprojeto será realizada novamente uma mostra para apresentação dos resultados do subprojeto para a comunidade e possíveis publicações.

9. Nome e endereço da escola da rede pública da educação básica
Nº dos alunos matriculados
Último IDEB
Nome: Centro de Ensino Estado do Ceará
952
3,6
Endereço: Rua Magalhães de Almeida, 808 - Centro
Bacabal - MA, 65700-000



10.  AÇÕES PREVISTAS

1- Divulgação entre os alunos do curso.
2- Inscrição e seleção dos bolsistas de iniciação à docência e do supervisor da escola;
3- Palestra aos bolsistas selecionados;
4- Inserção na rotina escolar dos bolsistas;
5- Montagem do laboratório de ensino
6- Diagnóstico inicial realizado pelos bolsistas das principais dificuldades dos professores e dos alunos nas aulas de Ciências (ensino fundamental) e biologia, química, física e matemática (ensino médio);
7- Seleção dos assuntos a serem abordados;
Pesquisa de referências para embasamento teórico;
8- Encontro quinzenal da coordenação com o supervisor para planejamento, acompanhamento e avaliação;
9- Encontro semanal da coordenação com os bolsistas para acompanhamento e avaliação;
10- Encontro semanal do supervisor com os bolsistas para desenvolvimento das atividades escolares (planejamento do curso, plano de aula, a sala de aula, avaliação, correção...)
11- Planejamento, elaboração das oficinas e criação de um blog para divulgação de textos dos participantes do subprojeto e montagem do laboratório de ensino;
12- Atuação dos bolsistas na escola;
13- Registro das atividades realizadas na escola;
14- Avaliação e elaboração de relatórios bimestrais e semestrais das atividades e resultados obtidos (bolsistas, supervisores e coordenação) para validação das metodologias desenvolvidas;
15- Apresentação dos resultados do subprojeto para a comunidade (realização de uma feira de ciências ao final do subprojeto).            

Metodologia

O subprojeto terá uma duração de quatro anos, envolverá trinta alunos bolsistas da área, os quais atuarão nas escolas conveniadas. Os bolsistas serão selecionados a partir das habilidades apresentadas durante o curso e pelo interesse em exercer a docência, os quais vão ser orientados e acompanhados pelo professor supervisor da escola conveniada e pelo coordenador do subprojeto. 

                    Os bolsistas terão que cumprir carga horária de 20 horas semanais. Eles terão visitas periódicas à escola conveniada para o desenvolvimento das atividades previamente programadas em dois momentos distintos: na sala de aula, juntamente com o professor supervisor da turma, com o objetivo de fazer com que o bolsista conheça o cotidiano do professor e em horários contrários às aulas. Além disso, os bolsistas também terão reuniões na Universidade ou na escola com o supervisor e com o coordenador do subprojeto para acompanhamento, planejamento e avaliação das atividades.

                       A abordagem adotada será bastante diferente das aulas tradicionais, pois os bolsistas montarão oficinas na escola. A proposta é que cada tópico de estudo, aqueles de maior dificuldade de assimilação (conteúdos do currículo do Ensino Fundamental e Médio), seja trabalhado através de uma metodologia de ensino diferente: elaboração e confecção de modelos experimentais com material de baixo custo e desenvolvimento e otimização de sistemas computacionais para aulas interativas. O material confeccionado ficará na escola para contribuir no ensino das ciências da natureza e matemática. 

  Pretende-se que os bolsistas tenham uma visão realista do sistema de ensino público e tomem consciência de sua responsabilidade na melhoria das condições de ensino quando atuarem como professores, buscando metodologias inovadoras na construção e repasse do conhecimento.
Desenvolvimento do subprojeto

O subprojeto será desenvolvido da seguinte forma:

1- Ao iniciar o projeto será criada uma comissão para seleção dos alunos bolsistas e supervisor composta por professores da Universidade Federal do Maranhão/ Curso de Licenciatura em Ciências Naturais;

2- Os bolsistas selecionados, professores colaboradores (biologia, química, física, matemática e informática) e o supervisor, participarão de uma palestra ministrada pelo coordenador de área para que o aluno conheça os objetivos do PIBID e o subprojeto de Licenciatura em Ciências Naturais. O supervisor também ministrará uma palestra aos alunos bolsistas na escola selecionada com o objetivo de fazer com que o aluno conheça melhor a escola a ser trabalhada;

3- Os alunos serão distribuídos em diferentes turmas e turnos da escola conveniada. No primeiro momento, eles acompanharão a rotina do professor-supervisor e desenvolverão atividades de reconhecimento, observação, levantamento de dados, adaptação e planejamento;

4- Os alunos bolsistas irão coletar informações (diagnóstico) das principais dificuldades vivenciadas pelo professor e alunos nas aulas de Ciências da natureza e matemática. A confecção de um relatório das informações levantadas será a ferramenta inicial para a escolha das metodologias de ensino que poderão ser utilizadas em cada realidade;

5- Através do relatório levantado pelos bolsistas terão início os encontros quinzenais da coordenação com o supervisor e professores colaboradores (física, química, matemática e informática). Nesses encontros, as discussões promovidas pela equipe permitirão a definição de temas a serem estudados e trabalhados de acordo com os conteúdos do currículo de Ciências no ensino fundamental e de biologia, química, física e matemática do Ensino Médio que serão trabalhados. É o momento para planejamento de como serão executadas as oficinas;

6- A coordenação deverá acompanhar semanalmente tanto o planejamento dos alunos como a execução do subprojeto nas escolas;

7- Haverá um horário para planejamento do bolsista com o supervisor e um horário só para os bolsistas;

8- Para elaboração das oficinas os bolsistas deverão pesquisar sobre os temas escolhidos, estes que podem facilitar o tratamento interdisciplinar das Ciências da natureza e matemática considerando-os a partir do contexto sociocultural da comunidade escolar. Cada atividade deve ser vivenciada e discutida com o grupo participante, acerca dos conteúdos abordados em cada disciplina e registrados de acordo com cada proposta; 

9- Os bolsistas deverão realizar uma oficina de produção de mídias junto ao Laboratório de Processamento de Dados, local onde será realizada a produção de protótipos de mídias educativas seguido de uma adequação das atividades observadas durante o acompanhamento em sala de aula com as ferramentas estudadas na oficina de produção de mídias. Haverá uma busca por aplicativos tecnológicos disponíveis na Internet e que possuam licença de uso livre. As ferramentas tecnológicas devem seguir pré-requisitos básicos como poderem ser carregados em computadores de baixa capacidade até uso em dispositivos móveis para poderem ser utilizados por celulares de baixa capacidade de processamento; o link desses aplicativos deverá ser disponibilizado na página da UFMA com o intuito de difundir e distribuir essas tecnologias. Uma segunda característica desses softwares deve disponibilizar a capacidade de subsidiar o aprendizado das disciplinas e conteúdos das escolas de forma clara, simples e objetiva através de exemplos práticos fáceis de Biologia, Química, Física e Matemática. Quando da aplicação das atividades interdisciplinares mediadas por computador, o grupo de estudantes, acompanhado do professor colaborador de Informática, deverá elaborar um conteúdo virtual a ser disponibilizado na Internet para publicação de resultados que pode ser uma página ou um blog;

10. Todas as atividades práticas selecionadas serão desenvolvidas no espaço físico da escola conveniada (sala de aula, laboratório ou espaço externo livre), durante os dias e horários previamente estabelecidos com o professor supervisor e deverão ser planejadas prevendo as etapas: introdução (situar e estimular os alunos sobre o assunto que será tratado durante a atividade), desenvolvimento (atividades de montagem simples, onde os bolsistas irão ajudar os alunos no entendimento da atividade, realizando comparações entre o experimento e as atividades e objetos que fazem parte do cotidiano dos alunos para facilitar a compreensão) e discussão (antes do fechamento da atividade os alunos irão responder as perguntas relacionadas à atividade, dando oportunidade para as organizações recebidas);

11- Os bolsistas atuarão na escola conveniada em dois momentos distintos: na sala de aula juntamente com o professor da disciplina, para que conheça o cotidiano do professor; em momentos específicos, em horários contrários às aulas;

12- Os bolsistas deverão registrar todas as atividades desenvolvidas diariamente na escola através da elaboração de diários e planos de aula;

13- Ao término de cada bimestre letivo o supervisor entregará à coordenação um relatório das atividades desenvolvidas e resultados obtidos. Ao final de cada semestre de trabalho o subprojeto deverá ser avaliado por todos os envolvidos. Os bolsistas avaliarão o rendimento dos alunos na escola e também farão uma auto avaliação, eles entregarão à coordenação um relatório parcial das atividades desenvolvidas e os resultados obtidos. O supervisor avaliará os resultados obtidos pelos alunos da escola e também o desenvolvimento dos bolsistas (assiduidade e cumprimento das metas). E, a coordenação avaliará todo o processo e confeccionará um relatório das atividades e resultados em geral.

14- Para fechamento de um ano do subprojeto, será realizada uma mostra dos resultados do subprojeto para a comunidade. Essa mostra terá a apresentação do subprojeto, contará com murais, apresentações de trabalhos, apresentação do material confeccionado, apresentação de resultados em forma de palestra e outros. Para encerramento dos quatro anos do subprojeto será realizada novamente uma mostra para apresentação dos resultados do subprojeto para a comunidade e possíveis publicações.

9. Nome e endereço das escolas da rede pública de Educação Básica (listar todas participantes do subprojeto institucional)
Nº de alunos matriculados na escola considerando apenas o Nível de Licenciatura[1]
Último IDEB
(quando houver)
Nome: Centro Educacional Estadual Estado do Ceará
952
3,7
Endereço: Avenida Magalhães de Almeida, 808, Centro    Bacabal – MA


Nome: Centro Educacional Roseana Sarney
750
4,2
Endereço: Rua Alice Araújo, S/N – Areia Bacabal – MA


Nome: Centro de Ensino Arimathea Cysne,
655
3,5
Endereço: Rua Barão do Rio Branco, S/N – Centro     Bacabal – MA




10. Ações Previstas

1- Divulgação entre os alunos do curso.
2- Inscrição e seleção dos bolsistas de iniciação à docência e do supervisor da escola;
3- Palestra aos bolsistas selecionados;
4- Inserção na rotina escolar dos bolsistas;
5- Diagnóstico inicial realizado pelos bolsistas da estrutura da escola;
6- Montagem do laboratório de ensino;
7- Diagnóstico realizado pelos bolsistas das principais dificuldades dos professores e dos alunos nas aulas de Ciências (ensino fundamental) e biologia, química, física e matemática (ensino médio);
8- Seleção dos assuntos a serem abordados;
9- Pesquisa de referências para embasamento teórico;
10- Encontro quinzenal da coordenação com o supervisor para planejamento, acompanhamento e avaliação;
11- Encontro semanal da coordenação com os bolsistas para acompanhamento e avaliação;
12- Encontro semanal do supervisor com os bolsistas para desenvolvimento das atividades escolares (planejamento do curso, plano de aula, a sala de aula, avaliação, correção.)
13- Planejamento, elaboração das oficinas e criação de um blog para divulgação de textos dos participantes do subprojeto e montagem do laboratório de ensino;
14- Atuação dos bolsistas na escola;
15- Registro das atividades realizadas na escola;
16- Avaliação e elaboração de relatórios bimestrais e semestrais das atividades e resultados obtidos (bolsistas, supervisores e coordenação) para validação das metodologias desenvolvidas;
17- Apresentação dos resultados do subprojeto para a comunidade (realização de uma feira de ciências ao final do subprojeto).


 RESULTADOS PRETENDIDOS

Em relação aos alunos bolsistas o subprojeto pretende que:

·      Adquiram uma postura de valorização da docência em Ciências Naturais e matemática;
·      Conheçam e utilizem as tecnologias de informação e de comunicação nos processos de ensinar, aprender e fazer;
·      Melhorem o rendimento escolar;
·    Vivenciem metodologias inovadoras e possam delas se utilizar quando no exercício futuro de suas atividades de professor.
.
Em relação ao professor supervisor o subprojeto pretende que:

·      Contribua para a articulação integrada entre a universidade e a educação básica, mantendo uma estreita relação entre a formação do futuro professor e a vivência diária de sua profissão.
·      Empregar os modelos como ferramentas auxiliares e como uma estratégia de ensino comprovadamente eficiente, facilitando o aprendizado através da representação de conceitos e permitindo que os conteúdos teóricos sejam revistos em aulas mais dinâmicas e interativas.

Em relação à escola participante o subprojeto pretende que:

·      Adquira um movimento de discussão teórica sobre interdisciplinaridade, a elaboração de atividades interdisciplinares com a prática dos professores atuantes na escola de forma a procurarem atualizar suas concepções de interdisciplinaridade no ensino;
·      Melhore a formação dos alunos.

Resultado previsto de forma geral:

·      Envolver a escola participante em subprojetos que contribuam na formação dos futuros professores criando-se um ambiente de troca de experiências de extrema importância para se fortalecer os vínculos entre a Educação Básica e a Universidade, pois a necessidade de conectar conhecimentos, relacionar, de contextualizar é intrínseca ao aprendizado humano.
·      Constatar que a construção de modelos didáticos é uma metodologia que possibilita tornar a sala de aula um ambiente altamente propício à expressão criativa, permitindo aos discentes desenvolver suas potencialidades e levando-os a uma aprendizagem efetiva, significativa e mais duradoura quando comparada aos métodos de ensino tradicionais.
·      Ressaltar a necessidade de uma mudança no processo de ensinar, passando de um modelo que transmite conhecimentos para um que constrói conhecimentos. A confecção de modelos didáticos permite que o processo de ensino-aprendizagem seja desenvolvido de maneira que o aluno construa e reconstrua o conhecimento teórico de um modo mais criativo e interativo. Esta metodologia pode ser conduzida na própria sala de aula, de forma que os discentes elaboram e posteriormente apresentam os seus modelos para toda a turma, proporcionando um rico intercâmbio de idéias e gerando diversas discussões e reflexões.

12. Cronograma específico deste subprojeto
Atividade
Mês de início
Mês de conclusão
Divulgação entre os alunos do curso
MÊS 12/2013
MÊS 01/2014
Seleção dos bolsistas e do supervisor
MÊS 02/2014
MÊS 02/2014
Palestra aos Bolsistas
MÊS 03/2014
MÊS 03/2014
Inserção dos alunos na escola
MÊS 03/2014
MÊS 03/2014
  Diagnóstico da escola realizado pelos bolsistas
MÊS 04/2014
MÊS 04/2014
Montagem do Laboratório de Ensino
MÊS 05/2014
MÊS 05/2014
Participação dos bolsistas em seminários
MÊS 04/2014
MÊS 03/2018
Relatório inicial realizado pelos bolsistas
MÊS 07/2014
        MÊS 07/2015
Encontros semanais da coordenação com os bolsistas
MÊS 03/2014
MÊS 03/2018
Encontros quinzenais da coordenação com o supervisor
MÊS 03/2014
MÊS 03/2018
Encontros semanais dos supervisores com os bolsistas
MÊS 03/2014
MÊS 03/2018
Visitas mensais da coordenação à escola para observar as atividades dos bolsistas
MÊS 03/2014
MÊS 03/2018
Planejamento das atividades (subprojeto/escola)
MÊS 04/2014
MÊS 02/2018
Elaboração das oficinas
MÊS 05/2014
MÊS 03/2018
Criação e utilização de um blog para divulgação de textos dos participantes do subprojeto
MÊS 04/2014
MÊS 04/2014
Avaliação e entrega de relatórios do supervisor (bimestralmente)
MÊS 09/2014
MÊS 03/2018
Avaliação e entrega de relatórios dos bolsistas e coordenação (semestralmente)
MÊS 09/2014
MÊS 03/2018
Apresentação dos resultados do subprojeto para a comunidade (primeiro ano)
MÊS 03/2015
MÊS 03/2015
Apresentação dos resultados do subprojeto para a comunidade (segundo ano)
MÊS 03/2016
MÊS 03/2016
Apresentação dos resultados do subprojeto para a comunidade (terceiro ano)
MÊS 03/2017
MÊS 03/2017
Apresentação dos resultados do subprojeto para a comunidade (quarto ano)
MÊS 03/2018
MÊS 03/2018


14. Outras informações relevantes (quando aplicável)              

Referência:

SIQUEIRA, A. Prática Interdisciplinares na Educação Básica: uma Revisão Bibliográfica 
1970-2000. Educação Temática Digital, Campinas, v.3, n.1, p.90-97, dez/2001
JANT  JANTSH, A. P.; BIANCHETTI, L. Interdisciplinaridade 
Para Além da Filosofia do Sujeito, Petró   Petrópolis Vozes, 1997.

MACHADO, A. H.; MORTIMER, E. F. Química para o ensino médio: fundamentos, pressupostos e o fazer cotidiano. In: MALDANER O. A.; ZANON, L. B. Fundamentos e Propostas de Ensino de Química para a Educação Básica no Brasil. p.224. Unijuí, 2007.











REPRODUÇÃO DO E-MAIL ENVIADO PELA PROFESSORA MARIA RAIMUNDA PARA OS PIBIDIANOS

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sexta-feira, 16 de maio de 2014

EDITAL Nº 061/2013/CAPES [E-mail enviado aos pibidianos]







 

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR
DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL – DEB



EDITAL Nº 061/2013/CAPES 

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID

DETALHAMENTO DO SUBPROJETO (Licenciatura em CIÊNCIAS NATURAIS)

1. Nome da Instituição
2. UF
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
MA
3. Subprojeto de Licenciatura em:
CIÊNCIAS NATURAIS
4. Número de bolsistas de iniciação à docência participantes do subprojeto:
5. Número de Supervisores participantes do subprojeto:
6. Número de Escolas
 30 (trinta)
03 (três)
03 (três)
7. Coordenador de Área do Subprojeto:
NOME:                                                    CPF
  1. Maria Raimunda Santos Garcia     CPF: xxxxxxxxxxx-34
Departamento/Curso/Unidade: Curso de Licenciatura em Ciências Naturais Campi Bacabal
Endereço residencial:
  1. Rua xxxxxxxxxxxxxxxxx- MA CEP: xxxxxx-170
Telefone:
  1. DDD (98) xxxx 6946/xxxx 1227
E-mail:
  1. xxxxxxxxxxxxxxxxxx
Link para o Currículo Lattes:
  1. http://lattes.cnpq.br/4155664616734772
8. Plano de Trabalho
Subprojeto de licenciatura em: Ciências Naturais - Estratégias metodológicas interdisciplinares para o ensino das Ciências da Natureza e Matemática

A interdisciplinaridade é uma discussão emergente no meio educacional: uma forma de se pensar, no interior da Educação, a superação da abordagem disciplinar tradicionalmente fragmentária. Desde a década de 70, a necessidade de desfragmentação do currículo escolar da educação básica está sendo considerada largamente na literatura especializada. Nos anos 80, programas de reformulação curricular, levados a efeito por vários Estados e Municípios brasileiros, tomaram como um dos princípios metodológicos fundamentais do ensino escolar a interdisciplinaridade (Fundação Carlos Chagas, 1996). Mais recentemente, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) acentuam tal aspecto (SIQUEIRA, 2001). Com os temas transversais, propostos pelos PCN’s, existe a possibilidade de uma articulação e uma aproximação dentro do que está previsto nos projetos pedagógicos dos cursos, no que se refere à disposição de uma formação ampla e abrangente de nossos alunos, que possa fornecer uma compreensão do curso a partir da articulação entre a formação (educação) superior e questões/problemáticas centrais imersas no cotidiano da Educação Básica. Segundo Jantsch e Bianchetti (1997), a interdisciplinaridade evidencia a autonomia das idéias ou do sujeito pensante sobre os objetos. As articulações possíveis com outras áreas de fronteira de conhecimentos e a produção de dispositivos que possam ser operacionalizados no âmbito docente, no sentido de fazer valer a articulação supracitada, no âmbito pedagógico (desenvolvimento do currículo) e no âmbito social (contextualização). Tal articulação se torna importante do ponto de vista da inserção de práticas pedagógicas interdisciplinares envolvendo outras áreas de conhecimentos no que se refere à educação escolar, por tratar-se de princípios que podem fornecer um acréscimo a mais na formação do futuro professor de Ciências Naturais, pela busca da interdisciplinaridade.
                    Espera-se que com um programa institucional de bolsas de iniciação à docência (PIBID) seja aplicada uma grande política para potencializar a formação inicial de professores em Ciências Naturais.
 A interdisciplinaridade tornou-se uma “idéia-força” que procura engajar professores numa prática conjunta. No entanto, relatos obtidos através de experiências para integrar as disciplinas escolares de forma intencional ainda são incipientes (MACHADO; MORTIMER, 2007), portanto, justifica a execução do presente subprojeto.

 Objetivo geral:

·    Estimular a criação de estratégias metodológicas interdisciplinares para o ensino das Ciências da natureza e matemática de modo que as fronteiras entre elas tornem-se invisíveis para que a complexidade do objeto de estudo se destaque.

Objetivos específicos:

·    Explicar, construir e a aplicar modelos didáticos como ferramentas alternativas para um ensino mais criativo das Ciências da natureza e matemática;

·    Troca e operacionalização de experiências inovadoras de caráter escolar, tendo em vista a redução de problemas relacionados ao processo de ensino e aprendizagem;

·    Incentivar os alunos do curso de Ciências Naturais da UFMA a exercer a docência após a graduação, possibilitando sua atuação no contexto da educação básica da rede pública (anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio) durante sua permanência no curso;

·    Incentivo e valorização do espaço escolar público por oportunizar práticas escolares interdisciplinares e articulá-las com a realidade local.

· Aprender a trabalhar em equipes interdisciplinares de maneira integrada e contributiva no ambiente escolar;

8.2.3 Metodologia

O subprojeto terá uma duração de dois anos, envolverá sete alunos bolsistas da área, os quais atuarão na escola conveniada. Os bolsistas serão selecionados a partir das habilidades apresentadas durante o curso e pelo interesse em exercer a docência, os quais vão ser orientados e acompanhados pelo professor supervisor da escola conveniada e pelo coordenador do subprojeto.
                    Os bolsistas terão que cumprir carga horária de 20 horas semanais. Eles terão visitas periódicas à escola conveniada para o desenvolvimento das atividades previamente programadas em dois momentos distintos: na sala de aula juntamente com o professor supervisor da turma com o objetivo de fazer com que o bolsista conheça o cotidiano do professor e em horários contrários às aulas. Além disso, os bolsistas também terão reuniões na Universidade com o supervisor e com o coordenador do subprojeto para acompanhamento, planejamento e avaliação das atividades.
                       A abordagem adotada será bastante diferente das aulas tradicionais, pois os bolsistas montarão oficinas na escola. A proposta é que cada tópico de estudo (conteúdos do currículo do Ensino Fundamental e Médio) seja trabalhado através de uma metodologia de ensino diferente: elaboração e confecção de kits experimentais com material de baixo custo e desenvolvimento e otimização de sistemas computacionais para aulas interativas. O material confeccionado ficará na escola para contribuir no ensino das ciências da natureza e matemática.
  Pretende-se que os bolsistas tenham uma visão realista do sistema de ensino público e tomem consciência de sua responsabilidade na melhoria das condições de ensino quando atuarem como professores, buscando metodologias inovadoras na construção e repasse do conhecimento.

8.2.3.1 Desenvolvimento do subprojeto

O subprojeto será desenvolvido da seguinte forma: 
  
1- Ao iniciar o projeto será criada uma comissão de seleção dos alunos bolsistas composta por professores da Universidade Federal do Maranhão/ Curso de Licenciatura em Ciências Naturais. A coordenação do subprojeto selecionará o supervisor;

2- Os bolsistas selecionados, professores colaboradores (biologia, química, física, matemática e informática) e o supervisor participarão de uma palestra ministrada pelo coordenador de área para que o aluno conheça os objetivos do PIBID e o subprojeto de Licenciatura em Ciências Naturais. O supervisor também ministrará uma palestra aos alunos bolsistas na escola selecionada com o objetivo de fazer com que o aluno conheça melhor a escola a ser trabalhada;

3- Os alunos serão distribuídos em diferentes turmas e turnos da escola conveniada. No primeiro momento e na escola, eles acompanharão a rotina do professor-supervisor e desenvolverão atividades de reconhecimento, observação, levantamento de dados, adaptação e planejamento;
4- Os alunos bolsistas irão coletar informações (diagnóstico) das principais dificuldades vivenciadas pelo professor e alunos nas aulas de Ciências da natureza e matemática. A confecção de um relatório das informações levantadas será a ferramenta inicial para a escolha das metodologias de ensino que poderão ser utilizadas em cada realidade;

5- Através do relatório levantado pelos bolsistas terão início os encontros quinzenais da coordenação com o supervisor e professores colaboradores (física, química, matemática e informática). Nesses encontros, as discussões promovidas pela equipe permitirão a definição de temas a serem estudados e trabalhados de acordo com os conteúdos do currículo de Ciências no ensino fundamental e de biologia, química, física e matemática do Ensino Médio que serão trabalhados. É o momento para planejamento de como serão executadas as oficinas;

6- A coordenação deverá acompanhar semanalmente tanto o planejamento dos alunos como a execução do subprojeto nas escolas;

7- Haverá um horário para planejamento do bolsista com o supervisor e um horário só para os bolsistas;

8- Para elaboração das oficinas os bolsistas deverão pesquisar sobre os temas escolhidos, estes que visam facilitar o tratamento interdisciplinar das Ciências da natureza e matemática considerando-os a partir do contexto social e da vivência cultural da comunidade escolar. Cada atividade deve ser vivenciada e discutida com o grupo participante, acerca dos conteúdos abordados em cada disciplina e registrados de acordo com cada proposta; 

9- Os bolsistas e o professor colaborador de informática deverão realizar uma oficina de produção de mídias junto ao Laboratório de Processamento de Dados onde serão realizadas a produção de protótipos de mídias educativas no campus vinculado seguido de uma adequação das atividades observadas durante o acompanhamento em sala de aula com as ferramentas estudadas na oficina de produção de mídias. Haverá uma busca por aplicativos tecnológicos disponíveis na Internet e que possuam licença de uso livre. As ferramentas tecnológicas devem seguir pré-requisitos básicos como poderem ser carregados em computadores de baixa capacidade até uso em dispositivos móveis para poderem ser utilizados por celulares de baixa capacidade de processamento; esses aplicativos deverão ser disponibilizados na página da UFMA com o intuito de difundir e distribuir essas tecnologias. Uma segunda característica desses softwares deve disponibilizar a capacidade de subsidiar o aprendizado das disciplinas e conteúdos das escolas de forma clara, simples e objetiva através de exemplos práticos fáceis de Biologia, Química, Física e Matemática. Quando da aplicação das atividades interdisciplinares mediadas por computador, o grupo de estudantes, acompanhado do professor de Informática, deverá elaborar um conteúdo virtual a ser disponibilizado na Internet para publicação de resultados que pode ser uma página ou um blog;

10. Todas as atividades práticas selecionadas serão desenvolvidas no espaço físico da escola conveniada (sala de aula, laboratório ou espaço externo livre), durante os dias e horários previamente estabelecidos com o professor supervisor e deverão ser planejadas prevendo as etapas: introdução (situar e estimular os alunos sobre o assunto que será tratado durante a atividade), desenvolvimento (atividades de montagem simples, onde os bolsistas irão ajudar os alunos no entendimento da atividade, realizando comparações entre o experimento e as atividades e objetos que fazem parte do cotidiano dos alunos para facilitar a compreensão) e discussão (antes do fechamento da atividade os alunos irão responder as perguntas relacionadas à atividade, dando oportunidade para as organizações recebidas);

11- Os bolsistas atuarão na escola conveniada em dois momentos distintos:- na sala de aula juntamente com o professor da disciplina, para que conheça o cotidiano do professor; - em momentos específicos, em horários contrários às aulas;

12- Os bolsistas deverão registrar todas as atividades desenvolvidas diariamente na escola através da elaboração de diários e planos de aula;

13- Ao término de cada bimestre letivo o supervisor entregará à coordenação um relatório das atividades desenvolvidas e resultados obtidos. Ao final de cada semestre de trabalho o subprojeto deverá ser avaliado por todos os envolvidos. Os bolsistas avaliarão o rendimento dos alunos na escola e também farão uma auto-avaliação, eles entregarão à coordenação um relatório parcial das atividades desenvolvidas e os resultados obtidos. O supervisor avaliará os resultados obtidos pelos alunos da escola e também o desenvolvimento dos bolsistas (assiduidade e cumprimento das metas). E, a coordenação avaliará todo o processo e confeccionará um relatório das atividades e resultados em geral;

14- Para fechamento de um ano do subprojeto, será realizada uma mostra dos resultados do subprojeto para a comunidade. Essa mostra terá a apresentação do subprojeto, contará com murais, apresentações de trabalhos, apresentação do material confeccionado, apresentação de resultados em forma de palestra e outros. Para encerramento dos dois anos do subprojeto será realizada novamente uma mostra para apresentação dos resultados do subprojeto para a comunidade e possíveis publicações.

9. Nome e endereço da escola da rede pública da educação básica
Nº dos alunos matriculados
Último IDEB
Nome: Centro de Ensino Estado do Ceará
952
3,6
Endereço: Rua Magalhães de Almeida, 808 - Centro
Bacabal - MA, 65700-000



10.  AÇÕES PREVISTAS

1- Divulgação entre os alunos do curso.
2- Inscrição e seleção dos bolsistas de iniciação à docência e do supervisor da escola;
3- Palestra aos bolsistas selecionados;
4- Inserção na rotina escolar dos bolsistas;
5- Montagem do laboratório de ensino
6- Diagnóstico inicial realizado pelos bolsistas das principais dificuldades dos professores e dos alunos nas aulas de Ciências (ensino fundamental) e biologia, química, física e matemática (ensino médio);
7- Seleção dos assuntos a serem abordados;
Pesquisa de referências para embasamento teórico;
8- Encontro quinzenal da coordenação com o supervisor para planejamento, acompanhamento e avaliação;
9- Encontro semanal da coordenação com os bolsistas para acompanhamento e avaliação;
10- Encontro semanal do supervisor com os bolsistas para desenvolvimento das atividades escolares (planejamento do curso, plano de aula, a sala de aula, avaliação, correção...)
11- Planejamento, elaboração das oficinas e criação de um blog para divulgação de textos dos participantes do subprojeto e montagem do laboratório de ensino;
12- Atuação dos bolsistas na escola;
13- Registro das atividades realizadas na escola;
14- Avaliação e elaboração de relatórios bimestrais e semestrais das atividades e resultados obtidos (bolsistas, supervisores e coordenação) para validação das metodologias desenvolvidas;
15- Apresentação dos resultados do subprojeto para a comunidade (realização de uma feira de ciências ao final do subprojeto).            

Metodologia

O subprojeto terá uma duração de quatro anos, envolverá trinta alunos bolsistas da área, os quais atuarão nas escolas conveniadas. Os bolsistas serão selecionados a partir das habilidades apresentadas durante o curso e pelo interesse em exercer a docência, os quais vão ser orientados e acompanhados pelo professor supervisor da escola conveniada e pelo coordenador do subprojeto. 

                    Os bolsistas terão que cumprir carga horária de 20 horas semanais. Eles terão visitas periódicas à escola conveniada para o desenvolvimento das atividades previamente programadas em dois momentos distintos: na sala de aula, juntamente com o professor supervisor da turma, com o objetivo de fazer com que o bolsista conheça o cotidiano do professor e em horários contrários às aulas. Além disso, os bolsistas também terão reuniões na Universidade ou na escola com o supervisor e com o coordenador do subprojeto para acompanhamento, planejamento e avaliação das atividades.

                       A abordagem adotada será bastante diferente das aulas tradicionais, pois os bolsistas montarão oficinas na escola. A proposta é que cada tópico de estudo, aqueles de maior dificuldade de assimilação (conteúdos do currículo do Ensino Fundamental e Médio), seja trabalhado através de uma metodologia de ensino diferente: elaboração e confecção de modelos experimentais com material de baixo custo e desenvolvimento e otimização de sistemas computacionais para aulas interativas. O material confeccionado ficará na escola para contribuir no ensino das ciências da natureza e matemática. 

  Pretende-se que os bolsistas tenham uma visão realista do sistema de ensino público e tomem consciência de sua responsabilidade na melhoria das condições de ensino quando atuarem como professores, buscando metodologias inovadoras na construção e repasse do conhecimento.
Desenvolvimento do subprojeto

O subprojeto será desenvolvido da seguinte forma:

1- Ao iniciar o projeto será criada uma comissão para seleção dos alunos bolsistas e supervisor composta por professores da Universidade Federal do Maranhão/ Curso de Licenciatura em Ciências Naturais;

2- Os bolsistas selecionados, professores colaboradores (biologia, química, física, matemática e informática) e o supervisor, participarão de uma palestra ministrada pelo coordenador de área para que o aluno conheça os objetivos do PIBID e o subprojeto de Licenciatura em Ciências Naturais. O supervisor também ministrará uma palestra aos alunos bolsistas na escola selecionada com o objetivo de fazer com que o aluno conheça melhor a escola a ser trabalhada;

3- Os alunos serão distribuídos em diferentes turmas e turnos da escola conveniada. No primeiro momento, eles acompanharão a rotina do professor-supervisor e desenvolverão atividades de reconhecimento, observação, levantamento de dados, adaptação e planejamento;

4- Os alunos bolsistas irão coletar informações (diagnóstico) das principais dificuldades vivenciadas pelo professor e alunos nas aulas de Ciências da natureza e matemática. A confecção de um relatório das informações levantadas será a ferramenta inicial para a escolha das metodologias de ensino que poderão ser utilizadas em cada realidade;

5- Através do relatório levantado pelos bolsistas terão início os encontros quinzenais da coordenação com o supervisor e professores colaboradores (física, química, matemática e informática). Nesses encontros, as discussões promovidas pela equipe permitirão a definição de temas a serem estudados e trabalhados de acordo com os conteúdos do currículo de Ciências no ensino fundamental e de biologia, química, física e matemática do Ensino Médio que serão trabalhados. É o momento para planejamento de como serão executadas as oficinas;

6- A coordenação deverá acompanhar semanalmente tanto o planejamento dos alunos como a execução do subprojeto nas escolas;

7- Haverá um horário para planejamento do bolsista com o supervisor e um horário só para os bolsistas;

8- Para elaboração das oficinas os bolsistas deverão pesquisar sobre os temas escolhidos, estes que podem facilitar o tratamento interdisciplinar das Ciências da natureza e matemática considerando-os a partir do contexto sociocultural da comunidade escolar. Cada atividade deve ser vivenciada e discutida com o grupo participante, acerca dos conteúdos abordados em cada disciplina e registrados de acordo com cada proposta; 

9- Os bolsistas deverão realizar uma oficina de produção de mídias junto ao Laboratório de Processamento de Dados, local onde será realizada a produção de protótipos de mídias educativas seguido de uma adequação das atividades observadas durante o acompanhamento em sala de aula com as ferramentas estudadas na oficina de produção de mídias. Haverá uma busca por aplicativos tecnológicos disponíveis na Internet e que possuam licença de uso livre. As ferramentas tecnológicas devem seguir pré-requisitos básicos como poderem ser carregados em computadores de baixa capacidade até uso em dispositivos móveis para poderem ser utilizados por celulares de baixa capacidade de processamento; o link desses aplicativos deverá ser disponibilizado na página da UFMA com o intuito de difundir e distribuir essas tecnologias. Uma segunda característica desses softwares deve disponibilizar a capacidade de subsidiar o aprendizado das disciplinas e conteúdos das escolas de forma clara, simples e objetiva através de exemplos práticos fáceis de Biologia, Química, Física e Matemática. Quando da aplicação das atividades interdisciplinares mediadas por computador, o grupo de estudantes, acompanhado do professor colaborador de Informática, deverá elaborar um conteúdo virtual a ser disponibilizado na Internet para publicação de resultados que pode ser uma página ou um blog;

10. Todas as atividades práticas selecionadas serão desenvolvidas no espaço físico da escola conveniada (sala de aula, laboratório ou espaço externo livre), durante os dias e horários previamente estabelecidos com o professor supervisor e deverão ser planejadas prevendo as etapas: introdução (situar e estimular os alunos sobre o assunto que será tratado durante a atividade), desenvolvimento (atividades de montagem simples, onde os bolsistas irão ajudar os alunos no entendimento da atividade, realizando comparações entre o experimento e as atividades e objetos que fazem parte do cotidiano dos alunos para facilitar a compreensão) e discussão (antes do fechamento da atividade os alunos irão responder as perguntas relacionadas à atividade, dando oportunidade para as organizações recebidas);

11- Os bolsistas atuarão na escola conveniada em dois momentos distintos: na sala de aula juntamente com o professor da disciplina, para que conheça o cotidiano do professor; em momentos específicos, em horários contrários às aulas;

12- Os bolsistas deverão registrar todas as atividades desenvolvidas diariamente na escola através da elaboração de diários e planos de aula;

13- Ao término de cada bimestre letivo o supervisor entregará à coordenação um relatório das atividades desenvolvidas e resultados obtidos. Ao final de cada semestre de trabalho o subprojeto deverá ser avaliado por todos os envolvidos. Os bolsistas avaliarão o rendimento dos alunos na escola e também farão uma auto avaliação, eles entregarão à coordenação um relatório parcial das atividades desenvolvidas e os resultados obtidos. O supervisor avaliará os resultados obtidos pelos alunos da escola e também o desenvolvimento dos bolsistas (assiduidade e cumprimento das metas). E, a coordenação avaliará todo o processo e confeccionará um relatório das atividades e resultados em geral.

14- Para fechamento de um ano do subprojeto, será realizada uma mostra dos resultados do subprojeto para a comunidade. Essa mostra terá a apresentação do subprojeto, contará com murais, apresentações de trabalhos, apresentação do material confeccionado, apresentação de resultados em forma de palestra e outros. Para encerramento dos quatro anos do subprojeto será realizada novamente uma mostra para apresentação dos resultados do subprojeto para a comunidade e possíveis publicações.

9. Nome e endereço das escolas da rede pública de Educação Básica (listar todas participantes do subprojeto institucional)
Nº de alunos matriculados na escola considerando apenas o Nível de Licenciatura[1]
Último IDEB
(quando houver)
Nome: Centro Educacional Estadual Estado do Ceará
952
3,7
Endereço: Avenida Magalhães de Almeida, 808, Centro    Bacabal – MA


Nome: Centro Educacional Roseana Sarney
750
4,2
Endereço: Rua Alice Araújo, S/N – Areia Bacabal – MA


Nome: Centro de Ensino Arimathea Cysne,
655
3,5
Endereço: Rua Barão do Rio Branco, S/N – Centro     Bacabal – MA




10. Ações Previstas

1- Divulgação entre os alunos do curso.
2- Inscrição e seleção dos bolsistas de iniciação à docência e do supervisor da escola;
3- Palestra aos bolsistas selecionados;
4- Inserção na rotina escolar dos bolsistas;
5- Diagnóstico inicial realizado pelos bolsistas da estrutura da escola;
6- Montagem do laboratório de ensino;
7- Diagnóstico realizado pelos bolsistas das principais dificuldades dos professores e dos alunos nas aulas de Ciências (ensino fundamental) e biologia, química, física e matemática (ensino médio);
8- Seleção dos assuntos a serem abordados;
9- Pesquisa de referências para embasamento teórico;
10- Encontro quinzenal da coordenação com o supervisor para planejamento, acompanhamento e avaliação;
11- Encontro semanal da coordenação com os bolsistas para acompanhamento e avaliação;
12- Encontro semanal do supervisor com os bolsistas para desenvolvimento das atividades escolares (planejamento do curso, plano de aula, a sala de aula, avaliação, correção.)
13- Planejamento, elaboração das oficinas e criação de um blog para divulgação de textos dos participantes do subprojeto e montagem do laboratório de ensino;
14- Atuação dos bolsistas na escola;
15- Registro das atividades realizadas na escola;
16- Avaliação e elaboração de relatórios bimestrais e semestrais das atividades e resultados obtidos (bolsistas, supervisores e coordenação) para validação das metodologias desenvolvidas;
17- Apresentação dos resultados do subprojeto para a comunidade (realização de uma feira de ciências ao final do subprojeto).


 RESULTADOS PRETENDIDOS

Em relação aos alunos bolsistas o subprojeto pretende que:

·      Adquiram uma postura de valorização da docência em Ciências Naturais e matemática;
·      Conheçam e utilizem as tecnologias de informação e de comunicação nos processos de ensinar, aprender e fazer;
·      Melhorem o rendimento escolar;
·    Vivenciem metodologias inovadoras e possam delas se utilizar quando no exercício futuro de suas atividades de professor.
.
Em relação ao professor supervisor o subprojeto pretende que:

·      Contribua para a articulação integrada entre a universidade e a educação básica, mantendo uma estreita relação entre a formação do futuro professor e a vivência diária de sua profissão.
·      Empregar os modelos como ferramentas auxiliares e como uma estratégia de ensino comprovadamente eficiente, facilitando o aprendizado através da representação de conceitos e permitindo que os conteúdos teóricos sejam revistos em aulas mais dinâmicas e interativas.

Em relação à escola participante o subprojeto pretende que:

·      Adquira um movimento de discussão teórica sobre interdisciplinaridade, a elaboração de atividades interdisciplinares com a prática dos professores atuantes na escola de forma a procurarem atualizar suas concepções de interdisciplinaridade no ensino;
·      Melhore a formação dos alunos.

Resultado previsto de forma geral:

·      Envolver a escola participante em subprojetos que contribuam na formação dos futuros professores criando-se um ambiente de troca de experiências de extrema importância para se fortalecer os vínculos entre a Educação Básica e a Universidade, pois a necessidade de conectar conhecimentos, relacionar, de contextualizar é intrínseca ao aprendizado humano.
·      Constatar que a construção de modelos didáticos é uma metodologia que possibilita tornar a sala de aula um ambiente altamente propício à expressão criativa, permitindo aos discentes desenvolver suas potencialidades e levando-os a uma aprendizagem efetiva, significativa e mais duradoura quando comparada aos métodos de ensino tradicionais.
·      Ressaltar a necessidade de uma mudança no processo de ensinar, passando de um modelo que transmite conhecimentos para um que constrói conhecimentos. A confecção de modelos didáticos permite que o processo de ensino-aprendizagem seja desenvolvido de maneira que o aluno construa e reconstrua o conhecimento teórico de um modo mais criativo e interativo. Esta metodologia pode ser conduzida na própria sala de aula, de forma que os discentes elaboram e posteriormente apresentam os seus modelos para toda a turma, proporcionando um rico intercâmbio de idéias e gerando diversas discussões e reflexões.

12. Cronograma específico deste subprojeto
Atividade
Mês de início
Mês de conclusão
Divulgação entre os alunos do curso
MÊS 12/2013
MÊS 01/2014
Seleção dos bolsistas e do supervisor
MÊS 02/2014
MÊS 02/2014
Palestra aos Bolsistas
MÊS 03/2014
MÊS 03/2014
Inserção dos alunos na escola
MÊS 03/2014
MÊS 03/2014
  Diagnóstico da escola realizado pelos bolsistas
MÊS 04/2014
MÊS 04/2014
Montagem do Laboratório de Ensino
MÊS 05/2014
MÊS 05/2014
Participação dos bolsistas em seminários
MÊS 04/2014
MÊS 03/2018
Relatório inicial realizado pelos bolsistas
MÊS 07/2014
        MÊS 07/2015
Encontros semanais da coordenação com os bolsistas
MÊS 03/2014
MÊS 03/2018
Encontros quinzenais da coordenação com o supervisor
MÊS 03/2014
MÊS 03/2018
Encontros semanais dos supervisores com os bolsistas
MÊS 03/2014
MÊS 03/2018
Visitas mensais da coordenação à escola para observar as atividades dos bolsistas
MÊS 03/2014
MÊS 03/2018
Planejamento das atividades (subprojeto/escola)
MÊS 04/2014
MÊS 02/2018
Elaboração das oficinas
MÊS 05/2014
MÊS 03/2018
Criação e utilização de um blog para divulgação de textos dos participantes do subprojeto
MÊS 04/2014
MÊS 04/2014
Avaliação e entrega de relatórios do supervisor (bimestralmente)
MÊS 09/2014
MÊS 03/2018
Avaliação e entrega de relatórios dos bolsistas e coordenação (semestralmente)
MÊS 09/2014
MÊS 03/2018
Apresentação dos resultados do subprojeto para a comunidade (primeiro ano)
MÊS 03/2015
MÊS 03/2015
Apresentação dos resultados do subprojeto para a comunidade (segundo ano)
MÊS 03/2016
MÊS 03/2016
Apresentação dos resultados do subprojeto para a comunidade (terceiro ano)
MÊS 03/2017
MÊS 03/2017
Apresentação dos resultados do subprojeto para a comunidade (quarto ano)
MÊS 03/2018
MÊS 03/2018


14. Outras informações relevantes (quando aplicável)              

Referência:

SIQUEIRA, A. Prática Interdisciplinares na Educação Básica: uma Revisão Bibliográfica 
1970-2000. Educação Temática Digital, Campinas, v.3, n.1, p.90-97, dez/2001
JANT  JANTSH, A. P.; BIANCHETTI, L. Interdisciplinaridade 
Para Além da Filosofia do Sujeito, Petró   Petrópolis Vozes, 1997.

MACHADO, A. H.; MORTIMER, E. F. Química para o ensino médio: fundamentos, pressupostos e o fazer cotidiano. In: MALDANER O. A.; ZANON, L. B. Fundamentos e Propostas de Ensino de Química para a Educação Básica no Brasil. p.224. Unijuí, 2007.











REPRODUÇÃO DO E-MAIL ENVIADO PELA PROFESSORA MARIA RAIMUNDA PARA OS PIBIDIANOS

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