EDITAL Nº 061/2013/CAPES [E-mail enviado aos pibidianos]
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃOCOORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIORDIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL – DEB |
EDITAL Nº 061/2013/CAPES
PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE
INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID
DETALHAMENTO DO SUBPROJETO (Licenciatura
em CIÊNCIAS NATURAIS)
1. Nome da
Instituição
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2. UF
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UNIVERSIDADE
FEDERAL DO MARANHÃO
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MA
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3. Subprojeto de
Licenciatura em:
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CIÊNCIAS NATURAIS
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4. Número de
bolsistas de iniciação à docência participantes do subprojeto:
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5. Número de
Supervisores participantes do subprojeto:
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6.
Número de Escolas
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30 (trinta)
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03
(três)
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03
(três)
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7. Coordenador de
Área do Subprojeto:
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NOME:
CPF
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Departamento/Curso/Unidade:
Curso de Licenciatura em Ciências Naturais Campi Bacabal
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Endereço
residencial:
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Telefone:
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E-mail:
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Link para o
Currículo Lattes:
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8.
Plano de Trabalho
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Subprojeto
de licenciatura em: Ciências Naturais - Estratégias metodológicas
interdisciplinares para o ensino das Ciências da Natureza e Matemática
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A interdisciplinaridade
é uma discussão emergente no meio educacional: uma forma de se pensar, no
interior da Educação, a superação da abordagem disciplinar tradicionalmente
fragmentária. Desde a década de 70, a necessidade de desfragmentação do
currículo escolar da educação básica está sendo considerada largamente na
literatura especializada. Nos anos 80, programas de reformulação curricular,
levados a efeito por vários Estados e Municípios brasileiros, tomaram como um
dos princípios metodológicos fundamentais do ensino escolar a
interdisciplinaridade (Fundação Carlos Chagas, 1996). Mais recentemente, os
Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) acentuam tal aspecto (SIQUEIRA,
2001). Com os temas transversais, propostos pelos PCN’s, existe a
possibilidade de uma articulação e uma aproximação dentro do que está
previsto nos projetos pedagógicos dos cursos, no que se refere à disposição
de uma formação ampla e abrangente de nossos alunos, que possa fornecer uma
compreensão do curso a partir da articulação entre a formação (educação)
superior e questões/problemáticas centrais imersas no cotidiano da Educação
Básica. Segundo Jantsch e Bianchetti (1997), a interdisciplinaridade
evidencia a autonomia das idéias ou do sujeito pensante sobre os objetos. As
articulações possíveis com outras áreas de fronteira de conhecimentos e a
produção de dispositivos que possam ser operacionalizados no âmbito docente,
no sentido de fazer valer a articulação supracitada, no âmbito pedagógico
(desenvolvimento do currículo) e no âmbito social (contextualização). Tal
articulação se torna importante do ponto de vista da inserção de práticas
pedagógicas interdisciplinares envolvendo outras áreas de conhecimentos no
que se refere à educação escolar, por tratar-se de princípios que podem
fornecer um acréscimo a mais na formação do futuro professor de Ciências
Naturais, pela busca da interdisciplinaridade.
Espera-se
que com um programa institucional de bolsas de iniciação à docência (PIBID)
seja aplicada uma grande política para potencializar a formação inicial de
professores em Ciências Naturais.
A interdisciplinaridade tornou-se uma
“idéia-força” que procura engajar professores numa prática conjunta. No
entanto, relatos obtidos através de experiências para integrar as disciplinas
escolares de forma intencional ainda são incipientes (MACHADO; MORTIMER,
2007), portanto, justifica a execução do presente subprojeto.
Objetivo geral:
· Estimular a
criação de estratégias metodológicas interdisciplinares para o ensino das
Ciências da natureza e matemática
de modo que as fronteiras entre elas tornem-se invisíveis para que a
complexidade do objeto de estudo se destaque.
Objetivos específicos:
· Explicar,
construir e a aplicar modelos didáticos como ferramentas alternativas para um
ensino mais criativo das Ciências da
natureza e matemática;
· Troca e
operacionalização de experiências inovadoras de caráter escolar, tendo em
vista a redução de problemas relacionados ao processo de ensino e aprendizagem;
· Incentivar os
alunos do curso de Ciências Naturais da UFMA a exercer a docência após a
graduação, possibilitando sua atuação no contexto da educação básica da rede
pública (anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio) durante sua
permanência no curso;
· Incentivo e
valorização do espaço escolar público por oportunizar práticas escolares
interdisciplinares e articulá-las com a realidade local.
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Metodologia
O subprojeto terá uma
duração de quatro anos, envolverá trinta alunos bolsistas da área, os quais
atuarão nas escolas conveniadas. Os bolsistas serão selecionados a partir das
habilidades apresentadas durante o curso e pelo interesse em exercer a
docência, os quais vão ser orientados e acompanhados pelo professor
supervisor da escola conveniada e pelo coordenador do subprojeto.
Os bolsistas terão que cumprir carga horária de 20 horas semanais.
Eles terão visitas periódicas à escola conveniada para o desenvolvimento das
atividades previamente programadas em dois momentos distintos: na sala de
aula, juntamente com o professor supervisor da turma, com o objetivo de fazer
com que o bolsista conheça o cotidiano do professor e em horários contrários
às aulas. Além disso, os bolsistas também terão reuniões na Universidade ou
na escola com o supervisor e com o coordenador do subprojeto para
acompanhamento, planejamento e avaliação das atividades.
A abordagem adotada será bastante diferente das aulas tradicionais,
pois os bolsistas montarão oficinas na escola. A proposta é que cada tópico
de estudo, aqueles de maior dificuldade de assimilação (conteúdos do
currículo do Ensino Fundamental e Médio), seja trabalhado através de uma
metodologia de ensino diferente: elaboração e confecção de modelos
experimentais com material de baixo custo e desenvolvimento e otimização de
sistemas computacionais para aulas interativas. O material confeccionado
ficará na escola para contribuir no ensino das ciências da natureza e
matemática.
Pretende-se que os bolsistas tenham uma
visão realista do sistema de ensino público e tomem consciência de sua
responsabilidade na melhoria das condições de ensino quando atuarem como
professores, buscando metodologias inovadoras na construção e repasse do
conhecimento.
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Desenvolvimento do subprojeto
O subprojeto será desenvolvido da seguinte forma:
1- Ao iniciar o projeto será criada uma comissão para
seleção dos alunos bolsistas e supervisor composta por professores da
Universidade Federal do Maranhão/ Curso de Licenciatura em Ciências Naturais;
2- Os bolsistas selecionados, professores
colaboradores (biologia, química, física, matemática e informática) e o
supervisor, participarão de uma palestra ministrada pelo coordenador de área
para que o aluno conheça os objetivos do PIBID e o subprojeto de Licenciatura
em Ciências Naturais. O supervisor também ministrará uma palestra aos alunos
bolsistas na escola selecionada com o objetivo de fazer com que o aluno
conheça melhor a escola a ser trabalhada;
3- Os alunos serão distribuídos em diferentes turmas e turnos da
escola conveniada. No primeiro momento, eles acompanharão a rotina do
professor-supervisor e desenvolverão atividades de reconhecimento,
observação, levantamento de dados, adaptação e planejamento;
4- Os alunos bolsistas irão coletar informações
(diagnóstico) das principais dificuldades vivenciadas pelo professor e alunos
nas aulas de Ciências da natureza e matemática. A confecção de um relatório
das informações levantadas será a ferramenta inicial para a escolha das
metodologias de ensino que poderão ser utilizadas em cada realidade;
5- Através do relatório levantado pelos
bolsistas terão início os encontros quinzenais da coordenação com o
supervisor e professores colaboradores (física, química, matemática e
informática). Nesses encontros, as discussões promovidas pela equipe
permitirão a definição de temas a serem estudados e trabalhados de acordo com
os conteúdos do currículo de Ciências no ensino fundamental e de biologia,
química, física e matemática do Ensino Médio que serão trabalhados. É o
momento para planejamento de como serão executadas as oficinas;
6- A coordenação deverá acompanhar semanalmente
tanto o planejamento dos alunos como a execução do subprojeto nas escolas;
7- Haverá um horário para planejamento do
bolsista com o supervisor e um horário só para os bolsistas;
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8- Para elaboração das
oficinas os bolsistas deverão pesquisar sobre os temas escolhidos, estes que podem
facilitar o tratamento interdisciplinar das Ciências da natureza e matemática
considerando-os a partir do contexto sociocultural da comunidade escolar.
Cada atividade deve ser vivenciada e discutida com o grupo participante,
acerca dos conteúdos abordados em cada disciplina e registrados de acordo com
cada proposta;
9- Os
bolsistas deverão realizar uma oficina de produção de mídias junto ao
Laboratório de Processamento de Dados, local onde será realizada a produção
de protótipos de mídias educativas seguido de uma adequação das atividades
observadas durante o acompanhamento em sala de aula com as ferramentas
estudadas na oficina de produção de mídias. Haverá uma busca por aplicativos
tecnológicos disponíveis na Internet e que possuam licença de uso livre. As
ferramentas tecnológicas devem seguir pré-requisitos básicos como poderem ser
carregados em computadores de baixa capacidade até uso em dispositivos móveis
para poderem ser utilizados por celulares de baixa capacidade de
processamento; o link desses aplicativos deverá ser disponibilizado na página
da UFMA com o intuito de difundir e distribuir essas tecnologias. Uma segunda
característica desses softwares deve disponibilizar a capacidade de subsidiar
o aprendizado das disciplinas e conteúdos das escolas de forma clara, simples
e objetiva através de exemplos práticos fáceis de Biologia, Química, Física e
Matemática. Quando da aplicação das atividades interdisciplinares mediadas
por computador, o grupo de estudantes, acompanhado do professor colaborador
de Informática, deverá elaborar um conteúdo virtual a ser disponibilizado na
Internet para publicação de resultados que pode ser uma página ou um blog;
10. Todas as atividades práticas selecionadas serão desenvolvidas
no espaço físico da escola conveniada (sala de aula, laboratório ou espaço
externo livre), durante os dias e horários previamente estabelecidos com o
professor supervisor e deverão ser planejadas prevendo as etapas: introdução
(situar e estimular os alunos sobre o assunto que será tratado durante a
atividade), desenvolvimento (atividades de montagem simples, onde os
bolsistas irão ajudar os alunos no entendimento da atividade, realizando
comparações entre o experimento e as atividades e objetos que fazem parte do
cotidiano dos alunos para facilitar a compreensão) e discussão (antes do
fechamento da atividade os alunos irão responder as perguntas relacionadas à
atividade, dando oportunidade para as organizações recebidas);
11- Os bolsistas atuarão na escola conveniada em
dois momentos distintos: na sala de aula juntamente com o professor da
disciplina, para que conheça o cotidiano do professor; em momentos
específicos, em horários contrários às aulas;
12- Os bolsistas deverão registrar todas as
atividades desenvolvidas diariamente na escola através da elaboração de diários
e planos de aula;
13- Ao término de cada bimestre letivo o
supervisor entregará à coordenação um relatório das atividades desenvolvidas
e resultados obtidos. Ao final de cada semestre de trabalho o subprojeto
deverá ser avaliado por todos os envolvidos. Os bolsistas avaliarão o
rendimento dos alunos na escola e também farão uma auto avaliação, eles
entregarão à coordenação um relatório parcial das atividades desenvolvidas e
os resultados obtidos. O supervisor avaliará os resultados obtidos pelos alunos
da escola e também o desenvolvimento dos bolsistas (assiduidade e cumprimento
das metas). E, a coordenação avaliará todo o processo e confeccionará um
relatório das atividades e resultados em geral.
14- Para fechamento de um ano do subprojeto, será
realizada uma mostra dos resultados do subprojeto para a comunidade. Essa
mostra terá a apresentação do subprojeto, contará com murais, apresentações
de trabalhos, apresentação do material confeccionado, apresentação de
resultados em forma de palestra e outros. Para encerramento dos quatro anos
do subprojeto será realizada novamente uma mostra para apresentação dos
resultados do subprojeto para a comunidade e possíveis publicações.
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9.
Nome e endereço das escolas da rede pública de Educação Básica (listar todas
participantes do subprojeto institucional)
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Nº de
alunos matriculados na escola considerando apenas o Nível de Licenciatura[1]
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Último
IDEB
(quando
houver)
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Nome: Centro Educacional Estadual Estado do Ceará
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952
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3,7
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Endereço: Avenida Magalhães de Almeida, 808, Centro Bacabal – MA
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Nome: Centro Educacional Roseana Sarney
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750
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4,2
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Endereço: Rua Alice Araújo, S/N – Areia Bacabal – MA
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Nome: Centro de Ensino Arimathea Cysne,
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655
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3,5
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Endereço: Rua Barão do Rio Branco, S/N – Centro Bacabal – MA
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10.
Ações Previstas
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1-
Divulgação
entre os alunos do curso.
2- Inscrição
e seleção dos bolsistas de iniciação à docência e do supervisor da escola;
3- Palestra aos bolsistas
selecionados;
4- Inserção
na rotina escolar dos bolsistas;
5-
Diagnóstico inicial realizado pelos bolsistas da estrutura da escola;
6- Montagem
do laboratório de ensino;
7- Diagnóstico realizado pelos bolsistas das
principais dificuldades dos professores e dos alunos nas aulas de Ciências
(ensino fundamental) e biologia, química, física e matemática (ensino médio);
8- Seleção
dos assuntos a serem abordados;
9- Pesquisa
de referências para embasamento teórico;
10- Encontro quinzenal da coordenação com o
supervisor para planejamento, acompanhamento e avaliação;
11- Encontro semanal da coordenação com os
bolsistas para acompanhamento e avaliação;
12- Encontro semanal do supervisor
com os bolsistas para desenvolvimento das atividades escolares (planejamento
do curso, plano de aula, a sala de aula, avaliação, correção.)
13- Planejamento, elaboração das oficinas e
criação de um blog para divulgação de textos dos participantes do subprojeto
e montagem do laboratório de ensino;
14- Atuação dos bolsistas na escola;
15- Registro das atividades realizadas na escola;
16- Avaliação e elaboração de relatórios
bimestrais e semestrais das atividades e resultados obtidos (bolsistas,
supervisores e coordenação) para validação das metodologias desenvolvidas;
17- Apresentação dos
resultados do subprojeto para a comunidade (realização de uma feira de ciências
ao final do subprojeto).
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RESULTADOS
PRETENDIDOS
Em relação aos alunos bolsistas o
subprojeto pretende que:
·
Adquiram uma postura de valorização da docência em
Ciências Naturais e matemática;
· Conheçam e
utilizem as tecnologias de informação e de comunicação nos processos de
ensinar, aprender e fazer;
· Melhorem o
rendimento escolar;
· Vivenciem metodologias inovadoras e possam
delas se utilizar quando no exercício futuro de suas atividades de professor.
.
Em relação ao professor supervisor o subprojeto
pretende que:
·
Contribua para a articulação integrada entre a
universidade e a educação básica, mantendo uma estreita relação entre a
formação do futuro professor e a vivência diária de sua profissão.
·
Empregar os modelos como ferramentas auxiliares e
como uma estratégia de ensino comprovadamente eficiente, facilitando o
aprendizado através da representação de conceitos e permitindo que os
conteúdos teóricos sejam revistos em aulas mais dinâmicas e interativas.
Em relação à escola participante o subprojeto
pretende que:
·
Adquira um movimento de discussão teórica sobre
interdisciplinaridade, a elaboração de atividades interdisciplinares com a
prática dos professores
atuantes na escola de forma a procurarem atualizar suas concepções de
interdisciplinaridade no ensino;
·
Melhore a formação dos alunos.
Resultado
previsto de forma geral:
·
Envolver a escola participante em subprojetos que
contribuam na formação dos futuros professores criando-se um ambiente de
troca de experiências de extrema importância para se fortalecer os vínculos
entre a Educação Básica e a Universidade, pois a necessidade de
conectar conhecimentos, relacionar, de contextualizar é intrínseca ao
aprendizado humano.
·
Constatar que a construção de
modelos didáticos é uma metodologia que possibilita tornar a sala de aula um
ambiente altamente propício à expressão criativa, permitindo aos discentes
desenvolver suas potencialidades e levando-os a uma aprendizagem efetiva,
significativa e mais duradoura quando comparada aos métodos de ensino tradicionais.
·
Ressaltar a necessidade de uma mudança no processo
de ensinar, passando de um modelo que transmite conhecimentos para um que
constrói conhecimentos. A confecção de modelos didáticos permite que o
processo de ensino-aprendizagem seja desenvolvido de maneira que o aluno construa
e reconstrua o conhecimento teórico de um modo mais criativo e interativo.
Esta metodologia pode ser conduzida na própria sala de aula, de forma que os
discentes elaboram e posteriormente apresentam os seus modelos para toda a
turma, proporcionando um rico intercâmbio de idéias e gerando diversas
discussões e reflexões.
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12.
Cronograma específico deste subprojeto
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Atividade
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Mês
de início
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Mês
de conclusão
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Divulgação entre os alunos do
curso
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MÊS 12/2013
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MÊS 01/2014
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Seleção dos bolsistas e do
supervisor
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MÊS 02/2014
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MÊS 02/2014
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Palestra
aos Bolsistas
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MÊS 03/2014
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MÊS 03/2014
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MÊS 03/2014
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MÊS 03/2014
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Diagnóstico da escola realizado pelos bolsistas
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MÊS 04/2014
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MÊS 04/2014
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MÊS 05/2014
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MÊS 05/2014
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Participação
dos bolsistas em seminários
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MÊS 04/2014
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MÊS 03/2018
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Relatório inicial realizado pelos bolsistas
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MÊS 07/2014
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MÊS 07/2015
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Encontros semanais da coordenação com os bolsistas
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MÊS 03/2014
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MÊS 03/2018
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Encontros quinzenais da coordenação com o supervisor
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MÊS 03/2014
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MÊS 03/2018
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Encontros semanais dos supervisores com os bolsistas
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MÊS 03/2014
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MÊS 03/2018
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Visitas
mensais da coordenação à escola para observar as atividades dos bolsistas
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MÊS 03/2014
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MÊS 03/2018
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Planejamento das atividades (subprojeto/escola)
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MÊS 04/2014
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MÊS 02/2018
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Elaboração das oficinas
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MÊS 05/2014
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MÊS 03/2018
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Criação
e utilização de um blog para divulgação de textos dos participantes do
subprojeto
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MÊS 04/2014
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MÊS 04/2014
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Avaliação e entrega de relatórios do supervisor
(bimestralmente)
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MÊS 09/2014
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MÊS 03/2018
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Avaliação
e entrega de relatórios dos bolsistas e coordenação (semestralmente)
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MÊS 09/2014
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MÊS 03/2018
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Apresentação dos resultados do subprojeto para a
comunidade (primeiro ano)
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MÊS 03/2015
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MÊS 03/2015
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Apresentação dos resultados do subprojeto para a
comunidade (segundo ano)
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MÊS 03/2016
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MÊS 03/2016
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Apresentação dos resultados do
subprojeto para a comunidade (terceiro ano)
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MÊS 03/2017
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MÊS 03/2017
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Apresentação dos resultados do
subprojeto para a comunidade (quarto ano)
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MÊS 03/2018
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MÊS 03/2018
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14. Outras informações relevantes (quando aplicável)
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Referência:
SIQUEIRA, A. Prática Interdisciplinares na Educação
Básica: uma Revisão Bibliográfica
1970-2000. Educação Temática Digital,
Campinas, v.3, n.1, p.90-97, dez/2001
JANT JANTSH, A. P.; BIANCHETTI, L. Interdisciplinaridade
Para Além da
Filosofia do Sujeito, Petró
Petrópolis Vozes, 1997.
MACHADO, A. H.; MORTIMER, E. F. Química para o ensino médio:
fundamentos, pressupostos e o fazer cotidiano. In: MALDANER O. A.; ZANON, L.
B. Fundamentos e Propostas de Ensino
de Química para a Educação Básica no Brasil. p.224. Unijuí, 2007.
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REPRODUÇÃO DO E-MAIL ENVIADO PELA PROFESSORA MARIA RAIMUNDA PARA OS PIBIDIANOS

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